Origens e Transformações de Capelinha: Cultura e Desenvolvimento

O Parque Possui 35 ha de matas preservadas entre trilhas
Capelinha,
localizada no coração do Vale do Jequitinhonha, tem uma história marcada pela
fé e pela força de seus habitantes. Antes mesmo de sua fundação, a região já
fazia parte de um contexto histórico maior. Minas Novas, município ao qual
Capelinha esteve vinculada até sua emancipação, inicialmente pertencia à
Capitania da Bahia. Criada como vila na Vila do Príncipe (atual Serro),
permaneceu sob jurisdição baiana até 1757, quando foi reincorporada à Comarca
de Serro Frio, em Minas Gerais.
A origem
do povoado de Capelinha remonta a 1808, quando Manoel Luiz Pêgo, descendente de
portugueses, estabeleceu-se às margens do Córrego Areão. Após sua morte, em
1812, seu filho Feliciano Luiz Pêgo construiu uma singela capela dedicada a
Nossa Senhora da Graça, atraindo devotos e formando o núcleo inicial do
povoado, que passou a ser chamado de Capelinha. O nome foi consolidado quando, em
1858, o local foi elevado a distrito de Minas Novas. Décadas depois, em 1911,
conquistou sua emancipação e tornou-se oficialmente um município, instalado em
24 de fevereiro de 1913.
Ao longo
dos anos, Capelinha passou por diversas reorganizações territoriais. Em sua
fundação, possuía dois distritos: Capelinha e Água Boa. Mais tarde, recebeu
Vila dos Anjos em 1976, mas este se tornou um município independente em 1995,
com o nome de Angelândia. Atualmente, Capelinha é formada por cinco distritos:
Capelinha, Bom Jesus do Galego, Chapadinha do Ipê, Ponte Nova de Capelinha e
São Caetano da Serra.



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